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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Homem beta é o macho do século XXI

"Já não se fazem mais homens como antigamente. Ainda bem! Porque eles estão mostrando um lado até então encoberto pela herança machista. Hoje é comum ver maridos que dividem as tarefas de casa, discutem a relação e cuidam dos filhos enquanto a mulher está no trabalho. Trata-se do homem beta, um termo emprestado da biologia, que significa o oposto do macho alfa, o líder de um grupo de animais. Enquanto o alfa é agressivo, exibe força e coragem, garante a caça e conquista as melhores fêmeas do bando, o beta é mais cooperativo e não faz questão de participar das disputas masculinas."
- Leia mais. [Via Terra]

Eu sou totalmente a favor da cooperação.
Mas nada de exageros!
Ainda quero um Homem com H maiúsculo! ;)

sexta-feira, 12 de junho de 2009

terça-feira, 9 de junho de 2009

* 7 anos *

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7!

Às vezes, um mar de rosas.
De ondas emocionantes, ou de calmaria.
E às vezes, uma tormenta.
Da qual conseguimos nos safar juntos.
Mesmo que aos trancos e barrancos.

.
E depois de 7 anos,
estou pronta para fazer uma confissão.
Para mim mesma e para o mundo.

Esta relação me define.

Do modo como carreira, emprego, dinheiro ou poder define alguns.
Do modo como filhos, um hobby ou uma religião define outros.

Esta é a parte da minha vida, que se me fosse tirada,
eu ficaria sem chão, sem rumo, sem eira nem beira.

A essência do meu ser e da minha existência é dedicada a esta relação.
À relaçao. Não ao meu parceiro.
Há uma diferença entre o eu, o ele, e o nós.

Não se trata de ter ou construir uma relação perfeita.
Não há nada de perfeito nela, na verdade.
E a falta de perfeição é que dá vida, movimento, emoção.

Esta relação é a minha realização pessoal.
Onde estão meus maiores desafios, e minhas superações de vida.
É o que me faz sentir viva. É o que me traz felicidade.

Podem chamar de patético, de dependência, de insegurança,
de comodismo, de complexo de blá-blá-blá, do que quiserem.

Para mim, é AMOR.

É maior que o amor normal.
Tão inexplicável, que não tem nem nome,
então eu chamo de AMOR.

E o resto é resto.
.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Contagem Regressiva: 1


Via Megami284, on YouTube

FLAWS AND ALL - Beyonce Knowles

I'm a train wreck in the morning
I'm a bitch in the afternoon
Every now and then without warning
I can be really mean towards you

I'm a puzzle yes indeed
Ever complex in every way
And all the pieces aren't even in the box
And yet you see the picture clear as day

I don't know why you love me
And that's why I love you
You catch me when I fall
Accept me, flaws and all
And that's why I love you
Yes, that's why I love you
And that's why I love

I neglect you when I'm working
When I need attention I tend to nag
I'm a host of imperfection
And you see past all that

I'm a peasant by some standards
But in your eyes I'm a queen
You see potential in all my flaws
And that's exactly what I mean

I don't know why you love me
And that's why I love you
You catch me when I fall
Accept me, flaws and all
And that's why I love you
Yes, that's why I love you
And that's why I love

I'm a train wreck in the morning
I'm a bitch in the afternoon
Every now and then without warning
I can be really mean towards you

I don't know why you love me
And that's why I love you
Catch me when I fall
Accept me flaws and all
And that's why I love you

domingo, 7 de junho de 2009

Contagem Regressiva: 2

Nós dormimos de conchinha.

Nós conversamos durante o banho.

Nós falamos com nossa cachorra em voz de "cutchi-cutchi".

Nós brigamos por besteira.

Nós tiramos sarro das pessoas da TV.

Nós fazemos faxina aos domingos.

Nós bebemos do mesmo copo.

Nós ficamos até o final dos créditos no cinema.

Nós andamos em passos diferentes.

Nós jogamos baralho sem saber direito as regras.

Nós não gostamos de parcelar.

Nós espirramos fazendo careta.

Nós, quando dito muitas vezes, começa a perder o sentido.

Exceto quando nós somos você e eu.


sábado, 6 de junho de 2009

Contagem Regressiva: 3

Queria sentir.
          Gritar. Chorar. Sofrer.
                    Lá estavam as amarras.

Queria lutar.
          Arranhar. Socar. Bater.
                    Lá estavam as algemas.

Queria sair.
          Pular. Voar. Correr.
                    Lá estavam as correntes.

Queria fugir.

          Queria sumir.

                    Queria morrer.

                                Lá estavam as mãos dele.


sexta-feira, 5 de junho de 2009

Contagem Regressiva: 4

Não foi como uma flecha.

Não foi um impacto arrebatador,
seguido por uma dor dilacerante.



















Foi como uma picada.
Uma pontada discreta e fugaz.

Mas, depois de pouco tempo,
queimava como ferro em brasa.

O veneno se espalhara pelo corpo inteiro.

Estava contaminada.
Uma doença para a qual não há cura.

E o tratamento é feito com uma droga potente e altamente viciante.
Que depende de um impossível equilíbrio: dose ou overdose.

E assim eu virei uma junkie.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Re: Namorado


by Bruno Pieroni

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Namorado

- Olha só, você não é tão baixa assim.
- É porque eu tô de salto.
- .... ah.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Temporário

Foi por indicação, não sei muito bem de quem pra quem. Era só um job de fim de semana, um extra não faz mal pra ninguém. Depois vieram alterações, o briefing mudou, fui ficando, sem contrato, frilando um dia de cada vez.

Meses depois, às vezes eu quero ser contratada, às vezes não. O temporário, ainda que longo, parece menos comprometedor que o definitivo. Por outro lado, a rotina traz as amarras em parcelas, até que quando percebe você se tornou um CLT sem direitos.

Não quero pensar nisso, quero ser operária de fábrica. Empurrar as entrelinhas com a barriga, deixar a pró-atividade para os outros. No caso, para o outro.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Sorvetes


[via IceCream]

quinta-feira, 22 de maio de 2008

I want you to want me

I Want You To Want Me é uma instalação interativa em exposição no MoMa que explora o conceito de online dating. Em uma enorme tela touch screen, balões flutuam em céus coloridos. Eles representam homens e mulheres de várias idades e contêm frases retiradas de sites de relacionamento por feed. Segundo os criadores Jonathan Harris e Sep Kamvar, a peça fala sobre a busca pelo amor e pela própria identidade no mundo online.

"I Want You To Want Me é um espelho, no qual as pessoas vêem reflexos de si mesmas nos flashes das vidas dos outros."


No MoMa desde 14 de fevereiro de 2008, Dia dos Namorados.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

First Date Panic



Sex and the City me estimulou a ligar marcando o encontro.
Ver brilhando na tela a idéia de ficar velha e sozinha me assustou.

Disca-disca, blá-blá-blá, beijos, tchau.
Conversa engraçada e casual, mas objetiva.
Fiquei orgulhosa da minha ligação.

Opa, hora de me arrumar. Experimento o guarda-roupa inteiro, claro.
Estou pronta, ou não, acho que aquela saia....hummmm.
2 horas depois, acho que acabei. Maquiada, perfumada, com o estilo certo para passar a impressão "coloquei a primeira coisa que achei no armário e fiquei assim".

Então, acontece. A preguiça gigantesca e a má vontade formam o combo da promoção "não quero mais ir". Calma, é só a ansiedade, vai dar tudo certo. Vou sentar aqui e ver um pouco de tv até dar a hora. Que saco, por que eu marquei esse encontro?

É, vai ser perda de tempo. Não vou mais. Como vai ser quando chegar lá, afinal? Vou falar com ele, ser divertida com os amigos que nem conheço e ficar entediada o resto da noite até que role alguma coisa. E eu nem sei se quero que essa coisa role. Vai ver não tem que rolar é nada, maldito seja quem inventou a roda. E aqui tá tão gostoso, quentinho...hmm....

E foi assim que descobri que tenho pânico de primeiros encontros. Só faltava essa.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Abaixo à democracia!

-Gente, vamos lá, que dia a gente vai sair? Sexta era o que todo mundo podia, né? Mas daí o pub vai estar fechado, ah, ok, vamos no mexicano... não, não sei onde é direito... claro que te dou carona, só queria saber que horas que ficou combinado... ah, não tem horas? Ninguém combinou? que tal às 18 hs? Parece bom, né? Quem? tá, eu pego ele em casa também... não sei por que, ele é o seu namorado... mas tudo bem, senão ninguém chega na hora... bem, alguém avisou o Lu? Ninguém? Ok, eu chamo, bem, nos encontramos lá.... ahn? No restaurante japonês????Ok... quem vai mesmo??

Quem nunca teve essa conversa? Pessoas confusas, respondendo e-mails aleatórios, sem conseguir ir combinar nenhum lugar pra sair. E dá-lhe tentar organizar tudo da forma mais democrática possível. Pois é. Democracia aqui não funciona. Enquanto não tiver alguém que dê o primeiro grito, as pessoas vão evitando a todo custo qualquer tentativa de decisão! E somente para ir à um mísero lugar pra encher a barriga. Sim, porque toda a nostalgia de: "vamos nos juntar para ver os amigos, relembrar os velhos tempos" já se acaba na decisão de para onde vamos, o que comeremos.

Isso quando não aparece um que recebe o convite, mas não responde até passar o dia da reunião: "ah, mas vocês foram? Poxa, nem me chamaram. " Não importa a eficiência dos e-mails hoje em dia, sempre tem um que se extravia. Acho que devem extraviar mais convites de reunião com a galera que todos os e-mails no mundo! No mundo!!!!

Mas tudo bem, finalmente a reunião acontece, com você marcando a reserva pra 12 pessoas, e somente 6 chegando efetivamente ao lugar. Após um feliz momento de todos bebendo, comendo, confraternizando, vem o segundo momento mais tenso dos encontros! A hora de pagar a conta! Tem sempre um infeliz que resolve dividir dindim por dindim a conta, cobrando de cada um os 10%! Me assusto por nunca ter visto uma calculadora científica numa mesa de bar! E por mais que a conta da divisão esteja certa, sempre sobra ou falta dinheiro no fim das contas. Graças a Deus sempre tem um que fala: Vamos dividir a conta por igual! Bem, se isso não dá certo, eu pago a minha conta chutando pra cima, boto o dinheiro na mesa e me vou. Pensando em não me estressar até o próximo encontro quando ficar com saudades da galera!

domingo, 27 de abril de 2008

Procura-se sex buddy

Procura-se alguém:
Que só tenha segundas intenções;
Que não seja um amigo, mas seja mais que um estranho;
Com quem se possa manter uma conversa, mas que não apareça só para jogar conversa fora;
Que tenha outras, mas que me faça sentir especial e única quando estiver comigo;*
Que abra mão das regras sociais de um relacionamento;
Que não confunda desejo e carência com compromisso;**
Que seja sincero e descomplicado;
Que seja atencioso e busque o prazer mútuo;**
Que me trate com respeito, seja carinhoso e dedicado, mas saiba a hora de ir embora;
Que não me deixe apaixonar, porque esse é um caminho sem volta.
Que não faça promessas para futuro, porque ele não existe para nós;**

Special Thanks:
*Mari n'Cream
**Grenade en Choc

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Férias (não do blog!)



O primeiro passo é admitir: não acredito mais no amor.

Conheço homens com a certeza de que já os conheço, de que já sei o que vai acontecer. Não consigo mais ter ânimo para embarcar em aventuras, estou cansada. Sinto que o esforço não vale mais a pena, que é muito trabalho para não ganhar nada com isso. Estou com preguiça de começar uma nova rodada, porque acredito que é um jogo de azar. Sinto que as minhas fichas acabaram e agora só resta voltar pra casa.

O segundo passo é desintoxicar: vou tirar férias.

Vou continuar trabalhando, indo na academia, postando no blog e estudando. Mas não quero saber de homens por 30 dias. Nada de novos relacionamentos, nem reativação de antigos, nem mesmo ficadas aleatórias.

Desejem-me boa sorte.

Mochi

segunda-feira, 21 de abril de 2008

A vida, o universo e tudo mais



Lendo a trilogia de 5 livros de Douglas Adams, o escritor do Guia dos Mochileiros das Galáxias, ele define as sociedades em três estágios. O da sobrevivência, o da indagação e o da sofisticação. Se vocês pensarem dá pra aplicar esse raciocínio a tudo. Um exemplo é o do próprio autor:

Sobrevivência: "Precisamos comer."

Indagação: "Por que comemos?"

Sofisticação: "Em qual restaurante nós vamos?"

No meu trabalho, creio estar no primeiro estágio. Preciso loucamente trabalhar e conseguir as minhas coisas. Sem tempo de pensar o porque de fazer coisas totalmente nonsense! Na minha vida pessoal, aí complica. A fase de sobrevivência se dá muitas vezes quando estamos no começo da adolescência, naquela pressão para se dar logo o primeiro beijo, pra ter um namorado, pra se ter logo a primeira vez... enfim, homens são colocados como itens de necessidade. Essa fase pode se prolongar até o começo da vida adulta, onde achamos q um homem pode nos fazer feliz, mais calmas, etc, etc. Eu culpo Hollywood por isso. Durante essa fase, começamos a nos ferrar pra caramba com o shomens, e percebemos perfeitamente que eles não nos fazem tão bem assim, que muitas vezes damos muito mais que recebemos. Daí vem as indagações: Por que estou com ele? Por que não acho alguém legal logo? Por que, enfim, tenho q estar com um homem? Não poderia eu viver sozinha? O que eu quero? Bem, creio estar nessa fase.

Bem, só por especulação, creio que a terceira fase é quando resolvemos pelo menos algumas dessas questões: o porque estamos com um homem e se podemos viver sozinha sem eles. Ainda teremos muitas dúvidas, mas sempre tendo a perspectiva de tudo que aprtendemos nas duas fases anterior. Deixo claro que não significa q vamos aceitar o amor, isso pode não acontecer, vai q descobrimos que viver feliz é ter um rolo qdo a gente quiser, e voltar sozinha pra casa e pro seu cachorro?

Bem, divagações a parte, lembrem-se de Douglas Adams e a frase que está escrita com letras amigáveis em seu ''guia dos mochileiros das galáxias'': DON'T PANIC!!!

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Efeito Borboleta aplicado ao Amor


"O bater de asas de uma borboleta em Tóquio provoca um tufão em Nova Iorque."


A evolução de um relacionamento depende da interação dos envolvidos, mas também das condições em que ele ocorreu. Lugar, iniciativas, expectativas. O movimento inicial dita todo o comportamento subseqüente e tem efeitos imprevisíveis sobre os resultados finais.

É uma fila de dominó, onde cada lado pode colocar uma peça de cada vez, intercaladamente. Os dois são responsáveis pelo direcionamento, ao mesmo tempo em que são influenciados pela decisão do outro.

"Ao se tomar uma decisão mínima, considerada muitas vezes insignificante, tomada com plena espontaneidade (...) poderemos gerar uma transformação inesperada num futuro incerto." (Wikipedia)

Quem vai derrubar a primeira peça?

Leia mais sobre o Efeito Borboleta

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Psiquiatra defende triunfo do individualismo nas relações afetivas

Atenção: a entrevista a seguir pode conter cenas fortes para românticos inveterados. Nela, o psiquiatra Flávio Gikovate, 65, prevê o fim da noção atual do amor, que considera uma "imaturidade não resolvida nos seres humanos", e a vitória da individualidade.


Esse é o tema de seu novo livro, "Uma História de Amor...com Final Feliz". Trata-se, na verdade, de dois finais. Um deles aponta para um novo molde das relações afetivas: "O romantismo do século 21 não será mais essa idéia de fusão de duas metades, e sim a aproximação de dois inteiros. Uma coisa mais parecida com a amizade, com mais afinidade intelectual do que física". A outra opção de final feliz, diz, é a solidão -tão temida.



Esse sonho de fusão continua presente. Mas duas coisas modificaram esse ideal: a independência da mulher, desequilibrando a idéia de fusão com uma liderança masculina, e o avanço tecnológico, que criou condições extraordinárias para o entretenimento individual. Hoje, há uma briga muito mais ostensiva entre amor e individualidade.


De acordo com o doutor, a história é antiga. Para ele, o amor é o que sentimos por quem atenua nossa sensação de desamparo, e esse remédio varia conforme a época. No clã familiar, o aconchego vinha de muitas fontes. Quando os jovens saíram da área rural, foram afastados do clã. Então, homem e mulher criaram uma aliança intensa só entre eles. Esse amor romântico, que é possessivo, exigente, ciumento e complexo, andava mais ou menos bem até a 2ª Guerra Mundial.


O ponto revolucionário levantado por ele é de que o companheiro deve ser escolhido como se escolhem os amigos: pela afinidade intelectual. O individualismo resolve o dilema entre o egoísmo e a generosidade: é eu me entender como uma unidade e, se eu me sentir desamparado, resolver isso por mim mesmo, e não por meio do outro. Isso não significa não me relacionar, mas o outro deve ser escolhido por afinidade intelectual, como os amigos.


Assim, o livro dele tem dois finais: um é ficar sozinho; outro, bem-acompanhado. Ambos representam a vitória da individualidade. Posso jogar tênis sozinho ou em dupla. O que não posso é jogar com um parceiro desleal, ciumento e que queira mandar em mim.Ninguém aceitará gente querendo mandar. Isso não é ser egoísta. O egoísmo se caracteriza pela intolerância à frustração. O independente resolve agüentar suas dores. Além disso, hoje, o mundo é mais favorável a pessoas sozinhas.


Ou seja, o sonho de morrer sozinha morando com seu gato (de verdade ou não) mostra-se como uma agradável opção nos dias de hoje! Além de econômica! Bem, pra mim, essa é a luz no fim do túnel.


Se quiserem, vejam a entrevista inteira aqui.